O jornal O Globo publicou recentemente um excelente editorial do Prof. Rosenfield com o título Vítimas, falando sobre a questão indígena.
Nos últimos anos alguns setores da esquerda têm lutado sistematicamente para substituir as verdades históricas da nossa colonização por uma versão fantasiosa, forjada através da distorção dos fatos. Foram tão bem sucedidos que acabamos por nos envergonhar de nossa própria herança cultural.
Sim, nossos antepassados vieram paro Brasil, colonizaram-no e nos legaram os enormes tesouros dos valores, da língua, da cultura, das sofisticadas instituições ibéricas. Somos o que somos hoje em dia graças a esse legado, enriquecido pela fabulosa variedade cultural vinda da África e da que aqui existia, e que constituem a base do povo brasileiro. Essa é a nossa identidade, a formação do nosso povo, tão cativante e querido por todos mundo afora, e dela devemos nos orgulhar.
Contrapondo-se a essa auto-estima, os tempos recentes viram emergir uma corrente de pensamento que busca nos imputar culpas que não nos cabem. Aos ideais marxistas, que em pouco mais de 50 anos conseguiram destruir as sociedades da Europa Oriental, adicionou-se o mito romântico do bom selvagem, do índio paz-e-amor, formando uma insólita ideologia que quer nos rotular de usurpadores, ladrões da terra onde nascemos e vivemos.
Hoje há enormes áreas do território nacional que são inacessíveis aos brasileiros, até mesmo à Polícia Federal, como ficou patente em recentes eventos. Técnicos do Ministério de Minas e Energia, por exemplo, não podem entrar nas reservas para levantar as bacias hidrográficas, com vistas a futuros aproveitamentos de interesse de toda a sociedade. Até onde isso vai? Estamos abrindo mão da nossa soberania, criando uma “nação indígena” que nunca existiu (até mesmo porque esse conceito é estranho aos índios). A seguir-se o curso dessa política nefasta, em breve teremos um novo país na Amazônia, onde nossos intelectuais barbudos poderão enfim implantar sua utopia indígeno-marxista, no melhor estilo Evo Moralez. Em nome das futuras gerações esta farsa deve ser desmascarada, antes que seja tarde.
Em breve o Supremo irá decidir sobre a Reserva da Raposa do Sol. Tem nas mãos a chance de decidir que país legaremos aos nossos filhos e netos. Um país unido, tal qual o recebemos de nossos pais, ou os restos de um território fragmentado? É preciso deter essa loucura, que já foi longe demais.
OVNIs e vinhedos
Há 15 anos
2 comentários:
O alerta está dado e não é de hoje, mas poucas vozes se levantam contra o rame-rame politicamente correto...
Parabéns!
Luiza
Eu andei por uma tribo indigena, e posso dizer que quando entregarem a terra aos indíos estes a venderao!
Indio nao planta, indio colhe. Indio nao é ecologico, e apenas nao acabaram com a natureza antes de chegarmos aqui pq nao tinha indio suficiente.
E muito me assusta deixar nosso destino na mao do STF, eles nao sao nossos representantes. Se cabe a eles nos salvar pra que BRasilia?
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